A falta de iniciativa do Oriente Médio

14 06 2009

Leia o artigo do escritos Thomas L. Friedman na íntegra aqui, que também foi traduzido e inserido no jornal impresso do Estado de São Paulo.

Obama on Obama: a análise dos fatos

O artigo do escritor Thomas L. Friedman, que escreve no The New York Times, aborda o assunto sobre a visita do presidente norte-americano Barack Obama no Oriente Médio. O assunto se inicia com uma joke sobre um judeu que quer ganhar na loteria, mas não compra o bilhete. Esta, sem dúvidas, é uma metáfora do que acontece na realidade da região.

Em conversa com o Obama, ele explica sobre sua visita ao Cairo, capital do Egito, na qual pretende estabelecer uma posição para a diplomacia americana em relação aos países árabes. Os governantes desses paises tem que dar um passo à frente, que tomem iniciativa para realmente ajudar a população, resolver seus problemas e agir às claras, sem dizer uma coisa em público e proceder de outra forma em portas fechadas.

Em relação à questão da palestina, Obama diz que “há muitos países árabes que temem mais o Irã do que Israel”, pelo país estar desenvolvendo armas nucleares. Israel, além de não produzir nenhum benefício para seu povo, não adotou uma autoridade moral. Muito dos países árabes só usaram a demagogia na questão palestina, mas nenhuma se propôs disponibilizar verba para ajudar de fato.

Obama esclareceu que mesmo com a mensagem anti-americanismo do Irã, irá citar o combate ao terrorismo, implicando em mudar a mentalidade e os corações das pessoas por meio da verdade e do diálogo. Apesar de não puderem implicar uma mudança, os Estados Unidos estão dispostos à trabalhar em conjunto com seus líderes e receber o apoio de seu povo.

O pensamento anti americano entrou na cabeça da população do Oriente Médio, porém o conhecimento de Barack Obama pode gerar uma confusão na mente deles. O presidente fala como se conhecesse o povo, é parecido com eles e tem um nome semelhante muçulmano, mas é o líder dos líderes que prega a liberdade; na qual o povo não chega nem perto dela. Paira, então, uma dúvida que pode desconcertar a população oriental e não se sabe como isso vai terminar. DBR

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As 10 coisas que mais sentiremos falta do Bush

22 01 2009

Quem disse que o Bush não fará falta no mundo?

Em meio a tantas gafes na mídia, pequenos acidentes, palavras que não precisavam ser ditas e outros grandiosos foras para um presidente da maior potência, Bush é intitulado por muitos como o presidente mais engraçado que os Estados Unidos já tiveram.

Não sei do que as pessoas riram, será do terrorismo que ele trouxe ao povo estadunidense com o ataque às torres gêmeas e o pentágono? Aos ataques em Londres e na Espanha? Depois que a era do terror passou, já não se sabendo se outra virá, o Obama toma conta da audiência na política do mundo e se torna um dos presidentes mais celebridades até hoje.

E o Bush será lembrado como o palhaço que invadiu o oriente médio em busca de petróleo alegando que o Iraque escondia armamentos.





Barack your world

8 12 2008

Mais uma vez uma parcela do eleitorado americano foi às urnas. Porém, desta vez, estavam à procura de mudança. Após Barack Hussein Obama ser eleito o novo presidente dos Estados Unidos, o mundo parece respirar aliviado. Com a campanha anti-Bush mais do que declarada pela população, o que estava faltando era exatamente a essência de sua campanha: o patriotismo e o que o dinheiro não se pode comprar.

Os africanos torceram pelo Obama arduamente como se fosse copa do mundo, outros povos estrangeiros dissipavam o sentimento de esperança na política mais humanitária. Os artistas faziam músicas para promover os candidatos, muitas delas compostas por livre e espontânea vontade de mudar. Obama conquistou a todos com suas palavras durante comícios e pronunciamentos. Ao contrário de seu concorrente republicano, cuja política era mais conservadora e estava ao lado do atual presidente, expressou o que as pessoas queriam ouvir: tempo de paz, família, ajuda a quem precisa e distribuição de renda.

Críticos criaram teorias a respeito de sua futura política como presidente e a diferença dele no senado de Illinois, assimilaram sua cor de pele com o racismo não declarado do país, da evolução da raça negra, relacionaram com a religião ou o que está escrito na bíblia. Jornalistas confiantes em sua candidatura espalhou pela mídia suas palavras e a fama foi atingida.

Resta-nos esperar para ver o espetáculo começar, assim como a maioria torceu para o democrata entrar no poder americano, que inevitavelmente mexerá com a política e economia de todo o mundo.

Por: Daniele Rodrigues

Baseado na música “Barack Your World” composta por Michael Kenji Shinoda e matérias sobre a torcida do Obama no mundo.