Sempre com as portas abertas

20 09 2008

Uma vez eu li num edital feito pelos alunos da Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp, uma crítica intitulada “Upa! 364 dias com as portas fechadas”, que mostra a deficiência do evento anual Unicamp de Portas Abertas, cujo objetivo é de apresentar os cursos de graduação oferecidos pela universidade aos vestibulandos. Afinal, qual seria o motivo da revolta do grupo, se as pessoas podem fazer as pesquisa e descobrirem para que são aptas?

Esta cartilha eu achei perdida no ano passado, numa mesa distante dos alunos em seus respectivos postos de explicações no ginásio poliesportivo da universidade. Cabe à eles, além de estudar numa das melhores universidades, prezarem o ensino que recebem e estímulo à pesquisa. Além disso, o programa que é feito todo ano é novidade dentro das instituições públicas de ensino. A Universidade é a pioneira a estimular a ida dos estudantes para ingressar num dos campus, sendo assim, este é o verdadeiro objetivo do UPA.

Este ano, não vi mais esse tipo de informação correndo pelos estandes do ginásio. Fizemos uma análise das apresentações e os alunos mostraram-se bem interessados no que estavam explicando, observamos também a participação assídua dos alunos. Havia pessoas de perto da cidade até de outro estado brasileiro, vários ônibus fretados e jovens se perdendo dentro do imenso campus de Campinas. A Unicamp sempre foi fantástica…

Em três anos de participação nos UPA’s, percebi que o ensino nunca perde sua credibilidade e mostra um aluno atento e preparado para avançar no mercado, em exemplo os estudantes de Midialogia. Eu e uma amiga fomos à uma palestra sobre fotografia. Além de prestar atenção nas fotos expostas e comparar às que o nosso professor nos ensinara, pudemos perceber que mesmo alguns estando no primeiro ano (e eu também), eles possuem uma carga muito grande de informação, até por isso se tornam professores rapidamente. Eu particularmente gostei muito da explicação dos alunos do curso semelhante ao meu, mas parece que ele não gostou muito quando revelei que eu era estudante de Jornalismo…

Da próxima vez estão convidados para ir comigo participar das análises do UPA comigo. E então, aproveitamos para vislumbrar um punk lindíssimo que faz história e tomar um café (ou comer um X-Salada) na Cantina da Filosofia. Quem sabe no ano que vem que serei corpo discente do IEL, não é?

Os economistas me divertem
Outra parte importante para se mencionar é a participação numa das palestras mais “noiadas” e engraçadas da minha vida. Um estudante de economia da universidade, que por acaso também está fazendo mestrado, explicou com simplicidade e clareza as noções básicas do que é o curso. É claro que eu nunca pensei em fazer isso, mas vendo pelo ângulo que “mercado” são as pessoas e que “pessoas não podem ser deduzidas em números” é até interessante se pensar na possibilidade remota de estudar só um pouco. Entendeu? Então foi aproximadamente assim sua palestra.

Por: Daniele Rodrigues
Baseado no passeio pela Unicamp no evento UPA, em 13/09/08.

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